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Júlio de Castilhos - "Se faltar algum produto agente se vira, mas precisamos de mudanças" diz cidadão sobre a Greve dos Caminhoneiros

No sábado, 26, na fila de um supermercado onde vários produtos já estavam em falta, um cidadão (F.M.), que no momento não será citado seu nome, chamou a atenção da reportagem do Site de Notícias De Tudo Na Net, com comentários de apoio às manifestações que ocorrem no País.

"Os caminhoneiros iniciaram o movimento, mas agora é de todos nós que estamos enfrentando constantes aumentos, não apenas nos combustíveis, mas em vários setores. Se faltar algum produto agente se vira, mas precisamos de mudanças. Do jeito que está não dá!", disse F.M.

A paralização dos caminhoneiros chega no 7º dia neste domingo em todo o País

Segundo publicação do G1, o gabinete de crise, montado pelo governo do Rio Grande do Sul, se reuniu no sábado (26). Em entrevista coletiva, o coronel Alexandre Martins de Lima, chefe da Defesa Civil, anunciou medidas para amenizar a situação de desabastecimento.

Segundo ele, será realizado o transporte de remédios, oxigênio e demais insumos para saúde, além de outros bens considerados essenciais, como alimentos perecíveis, água e combustível para abastecer viaturas da polícia e de emergências. Os caminhões serão identificados com uma placa e escoltados pela Brigada Militar.
"Identificamos os pontos mais complexos e vamos tentar minimizar essa situação", afirmou o coronel.

Já o Portal do Estado do Rio grande do Sul traz informações de que o governo do Estado está concentrando esforços para diminuir os impactos do desabastecimento nas cidades gaúchas e normalizar a circulação de produtos essenciais como remédios, alimentos perecíveis, combustível e insumos químicos para água potável, entre outros itens. Somente no sábado (26), ocorreram quatro reuniões entre o vice-governador José Paulo Cairoli, secretários e grupos de trabalho, todas elas por iniciativa do Gabinete de Crise instituído pelo governador José Ivo Sartori para monitorar e buscar soluções aos efeitos provocados por cargas paralisadas nas rodovias.

Até o final da tarde, a greve dos caminhoneiros concentrava 87 pontos de paralisação. A prioridade da coordenação da Defesa Civil estadual, já a partir deste domingo, é executar ações integradas nas áreas da Saúde, Transporte, Segurança e Agricultura. Um Centro de Informações funciona no Departamento de Comando e Controle Integrado (DCCI) da Secretaria da Segurança Pública para identificar as necessidades imediatas de atendimento, apoio ou mesmo desobstrução de vias de acesso para itens emergências.

O número de municípios gaúchos que decretaram situação de calamidade pública aumentou para 407, incluindo a capital. A Defesa Civil realizou levantamento em cada área, como transporte de combustível por comboio para ambulâncias, viaturas e transporte coletivo. Para o coordenador da Defesa Civil Estadual e do DCCI, Cel. Alexandre Martins, todos têm o consenso de que o transporte de produtos de emergência é essencial. "Por isso descartamos resistência dos movimentos", afirmou.



Da Redação De Tudo Na net/Com informações do Portal G1/RS e do Portal do Estado RS

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