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Precisamos viver / Ser comunidade - Por Wilian Molina Bento

A comunidade é historicamente, o processo de socialização do ser. Hoje com a globalização vivemos um processo de acabar com o conceito e prática de viver em COMUN/UNIDADE, pensamos no Eu e esquecemos do nós, sim, precisamos cuidar do eu para pensar e cuidar do outro, mas devemos ter consciência de que podemos e devemos viver em comunidade para a manutenção da sociabilidade e a abertura para a cultura de um Bem Viver.

O sistema capitalista nos impõe a pensar que podemos tudo sozinhos, ‘’Você Pode’’, Você, você… através desse pensamento meritocrático, acabamos não percebendo que indiretamente estamos construindo a relação com o outro, porém não uma relação necessária para nos mantermos em comunidade.

Para vivermos em comunidade é necessário construir uma relação social que permaneçamos dependentes não do ‘’produto fim’’ que o outro(a) tem a nos oferecer, mas sim o meio para tecer continuidade de socialização, uma troca de ideias, formando convivências, gerando conhecimento, é preciso romper barreiras sociais e estruturais como preconceitos e opressões existentes em nós, é necessário ter empatia, nos colocarmos no lugar do(a) companheiro(a), entendendo suas limitações como pessoa.

A partir do rompimento dessas barreiras é possível pensar e construir uma sociedade comunitária, onde todos e todas consigam conviver em harmonia, pautando e conquistando diretos que com o ‘’ antigo’’ modelo de sociedade não era possível.
Construindo esse modelo social, mudamos a nossa realidade, a partir disso conseguimos ampliar a mudança(que é cultural) para a sociedade, mudamos o mundo, não o ‘meu’ mundo, mas o nosso mundo.

‘’Um outro mundo é possível!’’




Por: Wilian Molina Bento - Acadêmico do Curso de História/UFSM - Militante da Juventude do PT - Coordenador Arquidiocesano da Pastoral da Juventude – Colunista e colaborador do Portal De Tudo Na Net
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