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19 janeiro, 2018

Casos de leishmaniose preocupa em Santa Maria – Doença é transmissível ao ser humano

Já chega a 17 o número de casos confirmados de leishmaniose em cães na cidade de Santa Maria, na Região Central do Rio Grande do Sul. A doença é considerada grave pelo risco de morte além de ser transmissível a seres humanos.

Os moradores de Santa Maria têm feito até exames por conta própria por considerarem que é difícil conseguir o teste oferecido pela prefeitura.

Quem vive no bairro Chácara das Flores diz que toma conhecimento de novos casos da doença diariamente. Casos que não seriam contabilizados pela prefeitura porque os exames em animais que estariam contaminados não é mais realizado.

O mototaxista Olinto Almeida diz que ficou sabendo que os cachorros dos vizinhos estavam com a doença, e que avisou a vigilância em saúde em dezembro.

"Não apareceram. Vai fazer quase um mês", afirma Almeida, que preocupado com o risco de contaminação da própria cadela levou o animal a um veterinário particular que deu positivo. Como não existe cura, a recomendação foi de sacrificar o bicho. E os casos se repetem na região.

A maioria dos casos confirmados estão localizados na Zona Norte de Santa Maria. O maior perigo é nas áreas onde existe lixo com matéria orgânica que favorece a proliferação do mosquito transmissor da doença.

Por isso, mesmo que o animal fique apenas dentro de casa e não tenha contato com outros animais corre risco de ser infectado porque a transmissão é feita por meio de mosquito.

A vigilância em saúde diz que a partir da próxima semana montará armadilhas para o mosquito transmissor. Foi informado ainda que o trabalho de exames será retomado para verificar quantos animais estão infectados, mas ainda não existe data definida.

"Em breve vamos começar a fazer. Isso está dentro de um cronograma [...] as pessoas serão atendidas ao longo do tempo", afirmou o médico veterinário da vigilância em Saúde, Carlos Flávio Barbosa da Silva.



Do G1/RS

Foto: RBS TV/ Reprodução

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