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04 outubro, 2017

Quando vamos perceber que não somos nada? Por Wilian Molina Bento

O processo histórico do mundo é feito a partir de mudanças, ou adaptações temporais, naturais, sociais e políticas, nesse processo o indivíduo social (homem e mulher) está diretamente condicionado a ser o protagonista dessas transformações.

A natureza está sofrendo com as atitudes que o sistema impõe, diante das tantas realidades do mundo, as transformações que nos permitem crescer tecnologicamente, agridem a biodiversidade do planeta, causando efeitos negativos no meio social, na nossa realidade. Foi o que ocorreu em Júlio de Castilhos e em parte do estado no dia 1 de outubro.

Casas destelhadas, muros caídos, pessoas que não tem muito poder econômico sofrendo com a desigualdade e perdendo o que foi conquistado com muita força de trabalho, nos mostram que não somos e nunca iremos ser ‘’A ÚNICA COCA COLA DO DESERTO’’, que somos nada dentro desse planeta.

Precisamos observar que o mundo está em caos social e que ele é provocado pela ganância, egoísmo, lucro (esse que tem base tórica para se conquistar – a meritocracia), o sistema capitalista já não consegue sustentar-se como antes e busca com mais força e evidência, a disputa pelo detrimento do que move o ser humano e as atividades sociais e políticas do mundo, os recursos naturais, esses já quase consequentemente destruídos, estão sob ameaça de um exterminío total, e nós não fazemos nada para barrar esse processo, continuamos sendo alienados ao que nos colocam como correto e nos impedimos de pensar e problematizar se o certo é o errado, ou se o errado é o certo.

Devemos  ser críticos de nós mesmos, ser coerente com nossos atos e demonstrar interesse pelo que realmente nos faz viver essa vida que a cada dia sofre adaptações,  e essas para uma boa parte da população mundial não são muito positivas, basta ler o jornais e assistir os noticiários.




Texto de autoria de Wilian Molina Bento (Acadêmico do curso de História – Lic/Bac na UFSM)/Colaboração ao Portal e aos leitores