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30 setembro, 2017

Governo do Estado publica nota comunicando o corte do ponto dos grevistas

No dia 05 de setembro teve início no Estado manifestações e greves por parte do magistério e funcionalismo de Escolas, com um grande número de adesão ao movimento.

Em Júlio de Castilhos houve uma adesão em massa, tendo poucos que optaram continuar trabalhando, ou a disposição da Escola. A greve no município teve início na segunda-feira, 25 e nesta sexta-feira, 29, um grupo de castilhenses esteve na assembleia, em Porto Alegre, onde foi decidido pela continuação da greve no estado.

Ainda na sexta-feira, o governo do gaúcho publicou nota anunciando o corte do ponto dos grevistas. 

Confira a nota na íntegra:

Decisão de cortar ponto de grevistas atende interesse público
Hoje, dia 29 de setembro, 47% dos servidores da Educação já receberam seus salários integralmente. Até o dia 11 de outubro, praticamente todos estarão quitados, assim como ocorre com a maioria dos trabalhadores em geral. Mesmo assim, com o apoio irresponsável da oposição, o Cpers decidiu manter a greve por período indeterminado.

Não chegamos a esta crise por vontade do atual governo. E para sair dela, precisamos de responsabilidade política e financeira, não de populismo e demagogia. Estamos fazendo todos os esforços para recuperar os serviços públicos e normalizar o pagamento dos servidores. O governo sempre manteve o diálogo e, nesta semana, anunciou o pagamento prioritário a quem ganha menos e a indenização pelos dias de atraso.


Alertamos a população para a tentativa de gerar tensão social, comandada justamente pelos atores políticos que agravaram a atual crise quando estavam no governo. Infelizmente, não estão preocupados com a educação, mas com seus próprios objetivos eleitorais.


Em virtude disso, tendo em vista o interesse público, não resta outra alternativa senão o corte do ponto dos grevistas. Conclamamos os professores a manter as aulas. Pedimos a colaboração dos pais e da comunidade escolar. A responsabilidade pela preservação do ano letivo é compartilhada por toda a sociedade. O governo do Estado segue aberto ao diálogo.